Guiando a compra dos guias

pesados, esnobes, bacanas ou quase ideais, são os guias que li até agora

Com o real nas alturas, os passaportes tupiniquins andam trabalhando como nunca. Nas listas dos viajantes, entre malas de rodinha e meias sem furos, os guias de viagem não podem faltar. As editoras, que não são bobas, captaram o momento explosivo e inundaram o mercado de guias e mais guias (a Andressa que me desculpe, mas a Publifolha domina).

Diante de tamanha abastança, fica a dúvida: o que escolher?

A seguir passo a minha experiência e as minhas impressões, que sempre podem ajudar alguém afogado em opções.

Primeira ideia: internet é bom, pode ser ótimo, mas mapinha na mão ainda é essencial. 

Segundo: nada de comprar guia que gasta preciosas páginas com o Louvre e atrações afins. Afinal, em qualquer estação ferroviária europeia você encontra – de graça – as informações sobre os blockbusters turísticos locais. Mas o terracinho escondido com vista para o Bósforo onde se serve kebab bom e barato, isso só nos (bons) guias.

Foi com isso na cabeça que me lancei às compras.

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Sobre arnaldof

Viajando em busca de algo que não sei o que é, mas com a certeza de que será muito bacana.
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