pílulas russas

– Moscou fala inglês sim. Ao menos na rua Arbat, um monte de cardápios era bilíngue. Porém, os vendedores de rua de souvenirs falam… italiano! Não me perguntem por quê.

– Há algo de sinistro no “ar” da Rússia. Principalmente em Moscou, onde carrões pretos (na maioria Mercedes e Audis) circulam a toda velocidade, na contra-mão se for preciso, com uma pequena lanterna azul da capota, daquelas de imã. É claramente a nomenklatura do novo regime. Não é à toa que eles têm máfia por lá…

– Meu hotel de Moscou, muito confortável, era porém um caça-níqueis, tipo de hotel mesquinho. Mas o de Sankt Peter era fofo. Fiz o check-out (=pagar) na noite anterior à minha partida, porque teria de sair muito cedo, às 6:00. De manhãzinha (era noite e seria), quando fui me despedir do porteiro, ele saiu correndo e me entregou um saco grosso de papel. Vi depois que dentro havia um lanche, com presunto e queijo embalados à vácuo, iogurte, suco em caixinha, uma maçã, pão, talheres de plástico… Muito muito delicado da parte deles!

 – Moscou não é cara. É absurdamente cara. Tipo o dobro de Sankt Peter. Às vezes o triplo.

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Sobre arnaldof

Viajando em busca de algo que não sei o que é, mas com a certeza de que será muito bacana.
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