balanço 1: o mundo vai virar Bonito

Hohoho, escrever blogues é também abusar dos trocadilhos!

No caso, reparem que o Bonito do título é o substantivo – a cidade sul-matogrossense, e não o adjetivo. Explico.

Quem já foi ou ouviu falar, sabe que Bonito tem rios e piscinas naturais de incrível limpidez e beleza. E que, para salvar esse patrimônio ambiental dos danos causados pelo turismo de massa, a cidade – autoridades, profissionais do turismo, donos das fazendas onde estão os rios etc. – se uniu e impôs regras muito rígidas para a visitação.

Para nadar nas correntes transparentes de Bonito é necessário se inscrever em uma das agências de turismo local, que têm uma rígida e limitada cota diária de licenças e monitoram cada passo dos pequenos grupos de turistas que formam, evitando atos de depredação, poluição etc.

Bom, pelo que vi em locais como Veneza, Firenze, Roma, Versalhes etc., (massas entupindo praças, corredores de museus e palácios, ruas) vai chegar o momento em que as autoridades locais adotarão formas de controle semelhantes a Bonito. O processo, aliás, já começou: em alguns locais da Europa não dá para simplesmente chegar, pagar e entrar – tem que marcar hora. Mas desconfio que isso vai evoluir para um controle ainda mais rígido.

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Sobre arnaldof

Viajando em busca de algo que não sei o que é, mas com a certeza de que será muito bacana.
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