mediunidade urbanística

O mais engraçado de meu rápido safári arquitetônico pelo Centro de Passo Fundo foi olhar para uma série de predinhos que iam se avolumando na rua e, como um cão perdigueiro, farejar: isso é ambiente de estação. Eu não saberia explicar racionalmente, ao menos não de ‘bate pronto’. Mas para mim era óbvio: eram edifícios que “ornavam” com essa porta de entrada das cidades, portão dourado de todas as novidades e celebridadas que chegavam. Além, claro, dos miseráveis, das cargas, dos bandidos, das prostitutas.

Meu “faro” dizia que a dita não devia estar longe…

Andei uma quadra, vi um vazio e um extenso guarda-corpo – achei que era um mirante, mas era apenas uma mureta postada na rua alta, que isolava um barracão comprido, lá embaixo.

Perguntei a um casal que esperava o ônibus. Batata. Era a antiga Estação Ferroviária, claro que desativada.

Adoro me sentir assim um médium… rsrsrsr Faz sentido então estudar tanto cidades!

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Sobre arnaldof

Viajando em busca de algo que não sei o que é, mas com a certeza de que será muito bacana.
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